23.1.15

É como se o nome fosse uma missão que te foi dada...

Quando me dizem que alguém que me desperta atenção se chama tal nome, procuro ir ver que conteúdo mora nesse nome e, através dele, descobrir o que esconde esse ser...
Não é por acaso que nos chamamos como chamamos... há um sentido nisso...
É como se o nome fosse uma missão que te foi dada... que é preciso cumpri-lo... sê-lo por inteiro!
... é preciso enchê-lo de sentido! Até que ele não aguente mais de tanto sentir e se revele pura luz! Puro Om!

Eu, por exemplo, Maria Ana: é o nome da Mãe de Maria e da Mãe de Jesus
E não é por acaso que a minha mãe e a minha avó são presenças tão marcantes em mim...
Eu sou essa continuação entre elas... sinto que a missão que me foi dada através desse nome, simultaneamente, vulgar e invulgar, é uni-las em mim... mãe e filha, ou mãe e avó, que são também, mãe e filha...
Minha missão é adentrar nisso que as une, isso é o que fará brilhar o nome que a vida me atribuiu

Uma adivinha: "duas mães e duas filhas foram à missa com três mantilhas, quantas pessoas são?"
A resposta que me deram foi 3... mas como o coração é apenas um... um sentir... são apenas uma... é a Trindade
Repara: a mãe está sempre lá... a mão do sentir... só ela é Real

A Trindade Pai, Filho e Espírito Santo... é, de modo preciso, Pai, Filho e Mãe
Só que Mãe é algo tão puro como Sentir... por isso que são poucos os que se atrevem a pronunciar ambas as palavras...
São elas as palavras que verdadeiramente nos libertam... porque as que estabelecem a ligação entre tudo!
Mas para chegar à palavra Mãe e deixar a palavra Espírito Santo para lá, tal como para chegar à palavra Sentir e deixar a palavra Amor para lá, é preciso libertar-se a si mesmo: libertar-se da mente imprecisa